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50ª MOSTRA DE SP | Se Eu Fosse Vivo… Vivia, de André Novais Oliveira (Idem, 2026)
★★★★½
André Novais experimenta com a ficção científica e o realismo mágico em Se Eu Fosse Vivo… Vivia, longa tão divertido quanto delicado que aborda o luto sob perspectivas poéticas, em um exercício pessoal de terapia familiar entre pai e filho.

Henrique Debski
há 1 hora9 min de leitura


50ª MOSTRA DE SP | Death Has No Master, de Jorge Thielen Armand (La Muerte no Tiene Dueño, 2026)
★½
Entre simbologias vazias e uma mitologia que nunca sai do papel, Death Has No Master se arrasta para o cansaço e desperdiça uma proposta de terror decolonial reforçando estereótipos e narrativas genéricas.

Henrique Debski
há 2 horas6 min de leitura


50ª MOSTRA DE SP | A Professora de Francês, de Ricardo Alves Jr (Idem, 2026)
★★★★
A Professora de Francês constrói-se a partir da claustrofobia de um aprisionamento invisível, através de lavagens cerebrais e homofobia promovida por um culto conservador, em ótima jornada de horror protagonizada por Grace Passô.

Henrique Debski
há 2 dias7 min de leitura


50ª MOSTRA DE SP | Objet A, de Ann Oren (Idem, 2026)
★★★½
Em meio a uma crise de prazer, Ann Oren aproveita de formalismos estéticos, simbologias e excentricidades para explorar um casal em jornada de reconexão.

Henrique Debski
há 4 dias6 min de leitura


50ª MOSTRA DE SP | O Filho da Puta, de Otto Guerra, Tania Anaya, Erica Maradona e Sávio Leite (Idem, 2026)
★★★★
Através da fantasia, a animação O Filho da Puta referencia Graciliano Ramos e Guimarães Rosa em divertida jornada sobre identidade pelo sertão.

Henrique Debski
há 5 dias6 min de leitura


50ª MOSTRA DE SP | Summer Drift, de Aline Suter e Céline Carridroit (Virages, 2026)
★★★
Summer Drift apresenta algumas propostas formais que fogem ao óbvio, mas pouco se esquiva de uma jornada individual rasa, que beira o esquecível.

Henrique Debski
há 6 dias5 min de leitura


50ª MOSTRA DE SP | The Arab, de Malek Bensmaïl (Idem, 2026)
★★½
The Arab se distancia de um contraponto à obra de Albert Camus, e volta sua atenção à transformação de uma Argélia através das décadas, com muitas propostas e sem saber como desenvolvê-las em conjunto.

Henrique Debski
há 6 dias6 min de leitura


TIFF 51 | Your Mother, Your Mother, Your Mother, de Bassam Tariq (Idem, 2026)
★★★★½
Bassam Tariq compreende as tradições do cinema de ação norte-americano, e as desconstrói em Your Mother, Your Mother, Your Mother, invertendo papéis e transformando Mahershala Ali em um samurai contemporâneo.

Henrique Debski
14 de out.8 min de leitura


TIFF 51 | La Bola Negra, de Javier Ambrossi e Javier Calvo (Idem, 2026)
★★★★★
A dupla de diretores ‘Los Javi’ faz em La Bola Negra um quebra-cabeças de três histórias em tempos distintos como um reflexo da Espanha, costuradas através de reflexões acerca da homossexualidade e da liberdade na definição da própria identidade.

Henrique Debski
13 de out.9 min de leitura


TIFF 51 | A Talent for Murder, de Anton Corbijn (Idem, 2026)
★★½
A Talent for Murder explora metalinguagem e fantasia um último golpe para Tom Ripley, mas os realizadores nunca estão à altura do brilhantismo da escritora, e protagonista, Patricia Highsmith, resultando em um mistério burocrático e sem graça.

Henrique Debski
13 de out.6 min de leitura


TIFF 51 | Fjord, de Cristian Mungiu (Idem, 2026)
★★★★½
Cristian Mungiu tensiona direitos fundamentais em Fjord, e oferece ao espectador elementos para discutir qual deve prevalecer, a partir da observação e de vastos argumentos para ambos os lados.

Henrique Debski
12 de out.8 min de leitura


TIFF 51 | A Good Little Soldier, de Stéphane Brizé (Un Bon Petit Soldat, 2026)
★★★★★
Muito alinhado ao seu tradicional cinema anticapitalista, em A Good Little Soldier Stéphane Brizé provoca o espectador desde os instantes iniciais, em uma incursão insalubre rumo às profundezas do trabalho em escritórios.

Henrique Debski
12 de out.8 min de leitura


TIFF 51 | Bucking Fastard, de Werner Herzog (Idem, 2026)
★★★
Em um exercício de estranhamento e atuação dirigido por Herzog e encabeçado pelas irmãs Mara, Bucking Fastard é até divertido pelo conceito, mas perde a oportunidade de ir além ao tornar-se redundante na insistência das mesmas ideias.

Henrique Debski
11 de out.6 min de leitura


TIFF 51 | The Spiral, de Paolo Strippoli (L’estranea, 2026)
★★★★
Paolo Strippoli transforma o drama familiar de The Spiral em uma jornada de horror sobre luto e fanatismo que transita entre o onírico e a realidade, deixando a cargo do espectador a crença sobre o que é real, e o que é fantasia.

Henrique Debski
11 de out.6 min de leitura


TIFF 51 | Arrested Memory, de SABU (Idem, 2026)
★★★★
Em Arrested Memory, SABU brinca com a memória fragmentada de um capitão de polícia através do humor, projetando na tela seus esquecimentos e confusões enquanto investiga um caso, luta contra o crime organizado e ajuda pessoas pelo caminho.

Henrique Debski
10 de out.7 min de leitura


TIFF 51 | Look Back, de Hirokazu Kore-eda (ルックバック, 2026)
★★★★
Kore-eda dirige live-action de Look Back com mais espaço à contemplação, e um aprofundamento na amizade de Fujino e Kyomoto, mantendo a doçura e a densidade do mangá e da animação.

Henrique Debski
9 de out.8 min de leitura


TIFF 51 | Cavalo Selvagem Nove, de Martin McDonagh (Wild Horse Nine, 2026)
★★★★
Em Cavalo Selvagem Nove, Martin McDonagh satiriza o imperialismo norte-americano na Guerra Fria, enquanto dialoga com a própria filmografia, em clima de conspiração e existencialismo.

Henrique Debski
8 de out.8 min de leitura


TIFF 51 | Paradise Lost, de Yeon Sang-ho (실낙원, 2026)
★★
Em Paradise Lost, Sang-ho promete um thriller sobre inteligência artificial como ferramenta para superar o luto, mas abandona a ideia no caminho para voltar-se a assassinos em série genéricos.

Henrique Debski
8 de out.9 min de leitura


50ª MOSTRA DE SP | O Outro Lado das Redes, de Aaron Sorkin (The Social Reckoning, 2026)
★★★
Aaron Sorkin deixa de lado o drama biográfico e faz de O Outro Lado das Redes um thriller jornalístico sobre o funcionamento dos algoritmos de redes sociais.

Henrique Debski
7 de out.7 min de leitura


TIFF 51 | Our Loves, de Avi Nesher (האהבות שלנו ,2026)
★★
Na proposta de um drama no entorno dos eventos de 07 de outubro, Our Loves não consegue equilibrar tantas histórias no decorrer de sua duração, e a partir de uma encenação precária, perde seu potencial dramático.

Henrique Debski
6 de out.8 min de leitura
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