top of page
Buscar


CRÍTICA | Dia D, de Steven Spielberg (Disclosure Day, 2026)
Steven Spielberg olha para o passado com saudosismo, revive uma atmosfera de conspiração governamental noventista, e usa dos alienígenas, em Dia D, para falar sobre a humanidade. Tem dias em que acordo e sinto saudades de assistir a um blockbuster original no cinema. Em tempos em que a criatividade está em falta, o excesso de sequências, spin-offs, reboots, refilmagens vêm se tornando cansativas, quando estúdios milionários, desesperados por fazer mais dinheiro, tem abandon

Henrique Debski
há 2 horas9 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Dante, de Hugo Ruiz (Idem, 2026)
A partir de referências “tarantinescas”, Hugo Ruiz faz de Dante um divertido thriller manipulativo, que mescla bom humor com mistério em narrativa imprevisível.

Henrique Debski
há 20 horas6 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Memorizu, de Miiku Sakanishi (メモリィズ, 2026)
Em sua estreia na direção, Miiku Sakanishi busca na fotografia e na imagem uma forma poética de se trabalhar a memória, enquanto acompanha rotina e reflete sobre as relações entre passado e presente, presença e ausência.

Henrique Debski
há 3 dias5 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | What is to Come, de Ruthy Pribar (שעתיד לבוא, 2026)
Segundo longa-metragem de Ruthy Pribar, What is to Come narra jornada de luto e reaprendizado a partir de uma personagem sensível, em drama amargo, mas emotivo.

Henrique Debski
há 4 dias7 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Summer of Three, de Carlitos Ruiz Ruiz (Idem, 2026)
Em jornada de cicatrização de traumas e amadurecimento, o emocionante Summer of Three evoca o espírito porto-riquenho com personagens sensíveis em triângulo amoroso.

Henrique Debski
há 5 dias7 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Summer War, de Alicia Scherson (Guerra de Verano, 2026)
Como o tabuleiro de um jogo, Alicia Scherson posiciona muito bem as peças de Summer War para serem manipuladas, em thriller de mistério que oferece as soluções nas entrelinhas da narrativa.

Henrique Debski
há 6 dias7 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Turn It Up!, de Sam Scott (Idem, 2026)
As melhores ideias de Turn It Up! são apenas pequenas partes de um todo bastante genérico, incapaz de sustentar o interesse do espectador por noventa minutos com elementos reciclados de outros tantos filmes.

Henrique Debski
há 6 dias6 min de leitura


CRÍTICA | Todo Mundo em Pânico, de Michael Tiddes (Scary Movie, 2026)
Sem um fio narrativo forte, e repleto de esquetes isoladas, Todo Mundo em Pânico volta mais político e arranca risadas, mas perde parte da essência que, no passado, consagrou a franquia.

Henrique Debski
8 de jun.8 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Sad Girlz, de Fernanda Tovar (Chicas Tristes, 2026)
Em drama delicado, Sad Girlz trabalha as fragilidades de duas adolescentes obrigadas a amadurecer precocemente, explorando sentimentos através da imagem, em realidade mais preocupada em rotulá-las do que oferecer apoio. É curioso o fato de que, neste ano, Sad Girlz é o segundo longa mexicano que assisto a abordar a delicada temática da gravidez na adolescência, em circunstâncias indesejadas, ocorridas sob alguma forma de violência. Quince, dirigido pela dupla Jack e Yossy Z

Henrique Debski
7 de jun.6 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | The Tropic Sun and His Eyes, de Elisee Junior St Preux (Idem, 2026)
Em uma delicada jornada de reflexão, The Tropic Sun and His Eyes discorre sobre perdão a partir de uma viagem pelo interior do Haiti, no contato entre o passado e o presente de uma relação pai e filho.

Henrique Debski
6 de jun.6 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | The Wedding Entertainer (The Tale of Moishe Badhan), de Gidi Dar (Idem, 2026)
Gigi Dar explora a imperfeição do homem em The Wedding Entertainer, comédia que brinca com a comunidade judaica, trabalhando as tradições com respeitosos olhares críticos.

Henrique Debski
5 de jun.7 min de leitura


CRÍTICA | Seven Snipers, de Sandra Sciberras (Idem, 2026)
Seguindo o esqueleto de uma fórmula batida do cinema de ação, Seven Snipers pouco consegue acrescentar a uma trama previsível, repleta de conveniências, e revelações artificiais. Ao longo dos últimos anos, como fã do cinema de ação que sou desde criança, por forte influência do meu pai, criei o hábito de assistir a uma grande quantidade de filmes do gênero no ano. Perdendo apenas para o terror, só no ano passado, por exemplo, foram cerca de sessenta filmes, com propostas di

Henrique Debski
2 de jun.7 min de leitura


CRÍTICA | Backrooms – Um Não-Lugar, de Kane Parsons (The Backrooms, 2026)
A mitologia da internet encontra horror, reflexão e existencialismo em Backrooms, na estreia de Kane Parsons como diretor, em adaptação de seus próprios curtas para o cinema. Sempre fui fascinado pela mitologia de horror da internet, e qualquer obra que traga algum elemento relacionado tem naturalmente minha atenção. Lembro-me como se fosse ontem de quando era adolescente, e me sentava no quarto, à noite, para jogar videogame ouvindo creepypastas, algumas que posteriormente

Henrique Debski
1 de jun.9 min de leitura


CRÍTICA | Hacked: A Double Entendre of Rage Fueled Karma, de Shane Brady (Idem, 2026)
Shane Brody transforma trauma em diversão com Hacked, ao reunir amigos e pensamentos intrusivos para fantasiar uma vingança ao hacker que o extorquiu, enquanto brinca e explora com a linguagem do próprio filme.

Henrique Debski
28 de mai.8 min de leitura


CRÍTICAS | COMPILADO (ed. 02/26) – “Caminhos do Crime”, “Bola pra Cima”, “Surda”, “Tiger”, “A Messy Tribute to Motherly Love”, “Máquina de Guerra”, “A Colega Perfeita” e “Exit 8”
Críticas curtas/comentários sobre alguns lançamentos recentes, para não deixar passarem batido por aqui! Imagem de Bola pra Cima (Balls Up). Caminhos do Crime (Crime 101, 2026) Direção: Bart Layton Origem: EUA Avaliação: 4.5/5 Prime Video. Não basta uma boa história nas mãos para se fazer um bom filme. Crime 101, se comandado por um diretor pouco inspirado, renderia apenas mais um thriller medíocre, como tantos outros lançados anualmente. Mas quando trabalhado por Bart Lay

Henrique Debski
27 de mai.14 min de leitura


CRÍTICA | Star Wars: O Mandaloriano e Grogu, de Jon Favreau (Star Wars: The Mandalorian and Grogu, 2026)
Star Wars mostra que ainda tem fôlego longe dos Jedi, em aventura protocolar e episódica, porém divertida, que aprofunda a relação paternalista entre o Mandaloriano de Pedro Pascal e seu aprendiz Baby Yoda. Desde a aquisição da Lucas Film pela Disney, há mais de uma década, por uma vultuosa soma em dinheiro, sempre ficara claro que o estúdio faria o possível para a franquia Star Wars render o máximo de frutos possíveis. Desde então, foi lançada uma nova trilogia, duas prequ

Henrique Debski
25 de mai.7 min de leitura


CRÍTICA | Na Zona Cinzenta, de Guy Ritchie (In the Grey, 2026)
Entre planos mirabolantes e protagonistas anti-heróis, Guy Ritchie brinca com a moralidade de seus personagens em thriller de ação dinâmico que imerge o espectador ao mapear ações e possibilidades. O cinema de Guy Ritchie nasceu no coração do Reino Unido, em obras que brincavam com o mundo do crime britânico a partir de um estilo único, de humor irreverente e sátiras ácidas por meio de divertidas comédias de erros, narradores e protagonistas pouco confiáveis, e um desordena

Henrique Debski
21 de mai.4 min de leitura


CRÍTICA | Obsessão, de Curry Barker (Obsession, 2026)
Em uma inversão à fórmula das maldições, Curry Barker transforma seu protagonista no verdadeiro vilão de Obsessão por meio de um desejo egoístico, em terror impactante que assusta ao transitar no limiar entre o bizarro e o verossímil. O cinema hollywoodiano adora se apegar à fórmulas. Ao longo de décadas, é muito comum perceber que determinados filmes, sucessos ou não, acabam estabelecendo padrões que passam a ser replicados em tantos outros, como uma estrutura fácil a ser ap

Henrique Debski
19 de mai.5 min de leitura


XXII FANTASPOA | Theater is Dead, de Katherine Dudas (Idem, 2026)
Baseado nas experiências pessoais de suas realizadoras, Theater is Dead une comédia e terror através da metalinguagem, na defesa da coexistência das artes, e em tom de desabafo às violências sofridas enquanto mulheres na indústria do entretenimento. Em tempos nos quais um ator de grande relevância em Hollywood chegou a dizer, em plena campanha para a temporada de prêmios, que artes como o ballet e a ópera não são tão importantes, cujas quais “as pessoas não se importam mais

Henrique Debski
15 de mai.6 min de leitura


CRÍTICA | Mortal Kombat II, de Simon McQuoid (Idem, 2026)
Em uma demonstração de escuta ao público, Mortal Kombat II volta atrás nas falhas cometidas pelo longa anterior, levando-se menos a sério, com a introdução de personagens clássicos, boas sequências de luta e narrativa mais coesa, ainda que absurda. Quando em 2021, o anúncio de uma nova adaptação da popular franquia de games de luta Mortal Kombat para os cinemas foi recebida com certa preocupação, tanto pela base de fãs quanto pelo público em geral. Nada apresentado no mater

Henrique Debski
13 de mai.4 min de leitura
bottom of page