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25º TRIBECA FILM FESTIVAL | The Haunting of Pennhurst, de Mike Attie, Katarina Poljak e Nathan R. Stenberg (Idem, 2026)
The Haunting of Pennhurst, em nome do lucro, desrespeita a memória das vítimas de institucionalização ao sustentar que uma atração de “casa assombrada” no local é uma boa forma de ressignificar um espaço de dor.
Henrique Debski
há 38 minutos8 min de leitura


25º TRIBECA | COMPILADO – “Skateboarding is Not For Girls”, “Stealing Magic”, “I Spy With My Little Eye”, “Against the Flow”, “Jail Time Records” + CURTAS: “His House, Home”, “Verse”, “Panther Pat” +
Nesta publicação, o objetivo é trazer críticas em formato reduzido sobre alguns filmes, entre longas e curtas, que assisti durante minha cobertura do 25º Tribeca Film Festival! Imagem de Jail Time Records, vencedor da categoria Documentário do festival. Skateboarding is Not For Girls (Скејтањето не е за девојчиња, 2026) Direção: Dina Duma Origem: Macedônia do Norte, Croácia, Eslovênia, Bélgica Duração: 82 minutos Avaliação: 3/5 Gosto da abordagem intimista de Dina Duma em
Henrique Debski
há 15 horas14 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Labrador – Autopsy of Silence, de Rodrigue Jean (Labrador – Autopsie du Silence, 2026)
Experimentando e reconstruindo a estrutura de um whodunit, Labrador – Autopsy of Silence explora preconceito em um lento, mas instigante, estudo de personagem à margem da sociedade canadense. Para muito além de um filme que se exaure da mente do espectador com o rolar dos créditos, Labrador – Autopsy of Silence se destaca também por trabalhar uma atmosfera de whodunit para além do estilo tão bem popularizado pela literatura de Agatha Christie, a ‘rainha do crime’, e as inúm
Henrique Debski
há 3 dias6 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Deepfake, de Matt Eames (Idem, 2026)
Em jornada de desespero por atenção, Matt Eames faz de Deepfake uma sátira às redes sociais e a cultura de influencers, colocando em xeque alguns dos piores aspectos de uma sociedade viciada no digital. O cinema, como manifestação cultural e artística, é um produto de seu tempo. Natural, então, em se falar sobre a realidade contemporânea, os assuntos do momento, as temáticas da vez, e debater sobre o caminhar da humanidade por meio de ficções. É notório, ao menos para mim,
Henrique Debski
há 5 dias7 min de leitura
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