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CRÍTICA | Dupla Perigosa, de Angel Manuel Soto (The Wrecking Crew, 2026)
Dupla Perigosa é apenas mais uma comédia de ação genérica feita para o streaming, mas diverte com o carisma dos atores protagonistas. Sabe aquele filme que mistura ação e comédia, com uma dupla protagonista, no formato “buddy cop”, conduzindo uma investigação que acaba por chegar em um buraco mais profundo do que o esperado, esbarrando em pessoas poderosas? Eu sei, você pode pensar em uma infinidade de filmes com essa mesma e literal premissa, mais comum do que podemos imag
Henrique Debski
há 13 minutos3 min de leitura


CRÍTICAS | COMPILADO (ed. 01/26) – “A Empregada”, “Incomplete Chairs”, “Last Night I Conquered the City of Thebes”, “Um Minuto é uma Eternidade para Quem Está Sofrendo”, “Virtuosas”, “Ameaça no Ar” e+
Críticas curtas/comentários sobre alguns lançamentos recentes, para não deixar passarem batido por aqui! Cena de A Empregada . A Empregada (The Housemaid, 2025) Direção: Paul Feig Origem: EUA Avaliação: 3/5 Nos cinemas. Adaptado do best-seller de Freida McFadden, A Empregada em diversas oportunidades soa como uma grande fanfic escrita no Wattpad de algum outro romance, mas que deu certo, agora adaptada como um filme quase do nível das produções do canal Lifetime, só que c
Henrique Debski
há 3 dias9 min de leitura


CRÍTICA | O Som da Morte, de Corin Hardy (Whistle, 2026)
O Som da Morte nem se esforça para esconder a fórmula, em terror de maldição genérico e pouco confiável, na medida em que muda as regras de sua mitologia constantemente, apenas porque constrói situações que não consegue resolver. Quase todos os anos, é praticamente certo que em alguma oportunidade assistiremos a uma produção de terror com a temática de maldição. Junto do tema, costumam também acompanhar as fórmulas batidas do subgênero (normalmente objetos amaldiçoados; com
Henrique Debski
há 6 dias4 min de leitura


CRÍTICA | Dois Procuradores, de Sergei Loznitsa (Two Prosecutors, 2026)
Sergei Loznitsa transforma Dois Procuradores em um lento thriller de espionagem protagonizado por um jovem promotor, em clima paranoico e hipervigilante, nas entrelinhas da repressão estatal. Desde seus primeiros minutos, Sergei Loznitsa estabelece um ponto de vista muito claro e objetivo da história que pretende contar, enquanto fixa o espectador como uma testemunha observadora de uma cadeia de eventos que, possivelmente, se repetia ciclicamente naquele tempo e espaço. Sit
Henrique Debski
4 de fev.4 min de leitura
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